A relação entre: alimentação, atividade física e saúde mental.

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Geralmente, quando falamos de atividade física, associamos à estética do nosso corpo, ao emagrecimento, ou até mesmo à definição muscular. Mas, muito além disto, a prática regular da atividade física ajuda, também, na saúde mental.

A prática regular de atividades físicas de forma crônica proporciona a redução dos níveis dos hormônios estressantes como a adrenalina, noradrenalina e cortisol, o que leva a benefícios como o aumento da autoestima, diminuição da insatisfação, da depressão e da ansiedade, redução da frequência cardíaca, melhora na disposição física e relaxamento. De forma aguda, ocorre liberação de um hormônio chamado endorfina (conhecida como o hormônio da alegria, que promove a sensação de bem estar, euforia e alívio de dores) e da dopamina (que gera efeito tranquilizante e analgésico no indivíduo que pratica, regularmente, atividade física). Tais alterações promovem uma sensação relaxante pós-esforço e, em geral, conseguem manter, a longo prazo, um estado de equilíbrio psicossocial mais estável frente às ameaças do meio externo.

Além disso, a atividade física, quando regular e bem planejada, contribui para a minimização do sofrimento psíquico de pessoas deprimidas e oferece oportunidade de envolvimento social, elevação da autoestima e aprimoramento das funções cognitivas, diminuindo o quadro depressivo e, também, auxiliando na redução de recaídas. Ainda, a prática regular de atividade física melhora a qualidade de vida das pessoas de maneira geral, ou seja, no aspecto físico, social, espiritual e psicológico, mostrando-se, mais uma vez, como um item fundamental no tratamento e prevenção da depressão.

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